Jan
13

Que figuras!

Não tenho outra expressão para descrever a minha primeira impressão da 10ª edição do programa.

Não sou uma fã que fica o dia inteiro “espiando”, mas confesso que acompanho o programa, quando posso, desde a primeira edição, quando tudo era novidade. O que me surpreende não é a atitude das pessoas frente as coisas que acontecem, mas a versatilidade de jeitos  e personalidades. Por mais manipulador que seja, nenhum bbb é igual ao anterior e não digo isso pensando na mudança das provas ou das estratégias, é porque cada pessoa, apesar de reagir muito semelhante às mesmas situação, é única e impossível de ser copiada.

Toda edição tem dois ou três bonitões,, duas ou três bonitonas, uma santa, uma faceira, uma com cara de anjo, um malvado e um homossexual (ou que pelo menos que crie uma suspeita disso), a diferença porém está em como cada uma desses peões se posiciona no jogo.

Ah! tinha me esquecido… toda edição também tem miss, seja ela nova no cenário do programa ou renascida das cinzas, como nessa edição. E por falar nisso, achei interessante a tática de trazer de volta aqueles que já participaram. Porém acho que a escolha poderia ter sido melhor, a única que eu simpatizava ali era a Fani, mas…

Sim, sim, eu voltei! ;D

Nov
2

Eu sempre gostei muito de história, era nota 10 na escola. Porém, quando a gente estuda porque tem como principal objetivo aprender a coisa é diferente de quando a gente olha as coisas com um olhar de compreensão. Aprender é diferente de compreender, e muita gente não se da por conta disso.

Outra coisa é algo chamado prepotência. Eu odeio gente prepotente, odeio quem acha que é dono da razão e que jamais aceita algo que não tenha partido de si, odeio mesmo. Sei que todo mundo tem momentos assim, apenas critico aqueles que são sempre assim.

Agora… o que história e prepotência tem a ver? Muita coisa. Eu não tenho nada compra nenhum povo do mundo, acho que todos tem o direito de ter a sua própria cultura e respeito o que cada país escolhe como forma de vida. Mas se eu olhar pra trás, eu sinto raiva de apenas um povo, de apenas uma raça. Sinto raiva dos alemães, sinto raiva de um homem, não, porque quem fez o que fez não era um homem, era um monstro, um monstro chamado Hitler, o für ou simplesmente o fúria.

O menino do pijama listrado

Eu já havia lido ‘A menina que roubava livros’ e a duas semanas li e vi o filme de ‘O menino do pijama listrado’ e o sentimento de repulsa voltou com força total. Queria escrever esse post já fazia um tempo, mas não tinha conseguido traduzir o nojo e a indignação que eu sinto em palavras. Agora acho que já estou sendo mais clara.

Como foi possível que alguém fizesse o que ele fez, como foi possível que ninguém o impediu e o pior… como foi possível que milhões de pessoas achavam certo o que ele fazia, apoiavam o que ele dizia e moviam suas vidas de acordo com o que esse ser sem coração queria.

Pra mim ele não era certo, ele só podia ser louco, louco varrido, completamente pirado. Ninguém, em sã consciência faria isso, mesmo que a anos atrás e que não são nem tanto assim. E o que me choca ainda mais é que até hoje há alemães que concordam com o que ele fez, que acham que ele estava certo ao matar milhões de pessoas inocentes, porque ele teve um surto de que essas pessoas eram inferiores.

É simplesmente inacreditável tamanha falta de humanismo.


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